4 de set de 2012

Você é corajoso ou é covarde?




Acredito que a coragem e a covardia, assim como a luz e a sombra, fazem parte de nós, o que nos diferencia é o quanto utilizamos ou permitimos que se manifeste cada uma dessas características em nossas vidas.

Nenhum ser humano é totalmente dotado de coragem, irão haver alguns momentos em que um instinto covarde o domine, mas são momentos e não uma rotina. Contudo também é preciso salientar que a coragem mal conduzida, colocada de forma irresponsável acaba se transformando num ato de covardia.

Existe a luz e a sombra em tudo na vida, a luz da coragem vem da consciência e da responsabilidade diante de seus atos, um ato de coragem sempre vem acompanhado de um resultado benéfico, mesmo que não se atinja o objetivo principal, a tentativa já vale. Quando uma pessoa assume seus erros e suas falhas está usando a coragem para olhar para si, mesmo que não seja perdoado, que esse gesto não comova e nem reconquiste alguém, o ato de assumir-se, de enfrentar a si mesmo é o benefício conquistado.

A coragem exercida irresponsavelmente é aquela que põe em risco a integridade de outros, que apenas visa vantagem para si prejudicando aos demais, um exemplo disso seria o caso de quem é motivado por vingança, o indivíduo pode acreditar ser um gesto de muita coragem de sua parte provocar dor e sofrimento a alguém apenas para sentir-se vingado. Nada tem de corajoso nisso. É covardia pura!

A covardia se apresenta de diversas formas: na timidez excessiva, nos medos, pânicos, fobias, desmaios, nas chantagens emocionais, na agressividade, na rebeldia...

Há aqueles que camuflam sua covardia montando um grande teatro em sua vida, exagerando em todas as situações, se colocando sempre como vitima. "O mundo está contra mim, ninguém me entende, não sou aceito, sou um pobre coitado e rejeitado pela sociedade." O tipo que não assume suas falhas, não admite seus defeitos, apesar de saber muito bem que os tem. Geralmente é manipulador e chantagista, gosta de envolver as pessoas no seu circo, fingem estar doentes, dão chiliques, desmaiam e fazem isso tão bem que qualquer pessoa que não tenha consciência dessas armações pode acreditar e fazem isso para que as pessoas sintam-se culpadas e então para que redimam ofereçam a ele tudo que ele almeja. É o covarde chupim.

Outro exemplo de covardia camuflada é aquela pessoa agressiva demais, explode por qualquer coisa, está sempre de cara feia, mal humorada e é costumeiramente estúpida com as pessoas. Acha que está sempre com a razão e não sente o menor constrangimento em ofender, humilhar e xingar as pessoas seja em particular ou em público. Aje grosseiramente com os familiares, principalmente com aqueles que se colocam submissos ou que ele acredita serem seus dependentes. Não respeita funcionários e ninguém que  julgue estar algum nível inferior ao seu. Com pessoas que ele considera de maior escalão ou de maior importância, pode se sentir inferior e adota um comportamento contido, muitas vezes submisso. É o covarde sem personalidade.

Covardes ou corajosos, somos almas em evolução e convivemos com uma lei universal que é a da afinidade. Tem pessoas que por mais que tentemos não conseguimos compartilhar com elas, podemos até passar alguns momentos próximos por questões de necessidade ou compromissos, mas ninguém, absolutamente ninguém é obrigado a aceitar permanecer junto de quem não está na mesma sintonia, por isso covardes estão próximos a outros que podem manifestar sua covardia de forma diferente e corajosos consequentemente se aproximam de quem está na mesma energia.

E você, em qual energia você está?








29 de ago de 2012

É preciso saber fazer seu amor durar!



Tem gente que acha que difícil é conquistar. Tá, não vou dizer que seja a tarefa mais fácil do mundo, afinal, requer charme, espontaneidade, coragem de correr riscos, um mínimo de autoestima e, sobretudo, coerência para atrair alguém com chances razoáveis de dar certo, ou seja, com compatibilidades!

Mas, pode ter certeza de que mais difícil do que conquistar é saber manter um grande amor. É saber transformar a paixão inicial numa parceria com boa dose de sintonia, respeito, confiança e admiração. Difícil mesmo é compartilhar com leveza, conviver com tolerância e relevar, abstrair, superar a si mesmo.

Sim, o mais difícil de tudo é conseguir se enxergar no outro. É parar de apontar o dedo e acusar como se qualquer pessoa pudesse ser responsabilizada pelos percalços no seu relacionamento, menos você mesmo. Parar de botar lentes de aumento em tudo o que o outro faz de errado e começar a exaltar seus encantos, suas qualidades.

Difícil mesmo, gente, é regar a plantinha todos os dias. Porque se não nos mantivermos atentos e comprometidos, o "todos os dias" distrai, cansa e perde a importância. E este é o maior erro da grande maioria das pessoas: esquecer que o amor é feito de um dia de cada vez.

Tendemos a acreditar que amor de verdade dura para sempre sem que nada precisemos fazer além de decidir isso uma única vez. Apostamos que uma vez escolhido, o amor sobrevive por si só. Errado! Isso não funciona! Amor é verbo de ação. É escolha diária. É um constante fazer, refazer, desfazer e começar tudo de novo! Amor é dinâmico, vivo, e por isso, precisa ser nutrido!

Como? Ótima pergunta! Cada um tem a sua lição de casa: descobrir de que forma melhor sabe reconquistar a pessoa que está ao seu lado. Mas de uma coisa eu tenho cada dia mais certeza! É de que o primeiro passo é você quem terá de dar! Enquanto continuar esperando que o outro mude, que o outro faça, que o outro ceda, que o outro te reconquiste, nada de efetivo e satisfatório poderá de fato acontecer! É você quem tem de agir!

Infelizmente, não existe uma receita que funciona para todo mundo. Mas algumas dicas podem ser providenciais e fazer a diferença na sua intenção de fazer o seu amor durar!

Meça as palavras na hora em que estiverem discutindo!
Quando estão nervosos, a chance de exagerarem e distorcerem o que vêem e o que sentem é bem grande. Por isso, pense antes de falar e, se for o caso, espere a poeira baixar para continuar a conversa.

Lugar de lavar roupa suja é em casa mesmo!
Esse negócio de brigar na frente dos outros, ofenderem-se ou expor o que o outro fez de errado não está com nada. Só serve para constranger a pessoa que você mesmo escolheu para viver ao seu lado. Segure a onda e espere chegar em casa para conversarem.

Observe e elogie ao menos uma qualidade do outro por dia!
Basta começar para encontrar ótimas razões de reconhecer o quanto você é inteligente por ter escolhido essa pessoa dentre as 7 bilhões do planeta! Faça isso agora!

Cuide de sua aparência e de seu perfume, como fazia no início.
Tem gente que acha que só na hora de conquistar é preciso escovar os dentes, cuidar dos cabelos e passar perfume. Não caia nessa cilada, porque detalhes contam muito na hora de manter uma relação.

Compartilhe sentimentos, pensamentos e, principalmente, sonhos!
Não deixe que o trabalho, os filhos e as contas mensais roubem sua vontade e seu entusiasmo para contar sobre o que sente, pensa e deseja viver. Compartilhe porque isso aumenta demais a intimidade e cumplicidade entre vocês.

Seja parceiro nos momentos difíceis!
O modo como você se comporta quando o outro está passando por uma fase difícil vai ser lembrado por muito tempo. Vale a pena se esforçar e caprichar na atenção, na paciência e no carinho!

Riam de si mesmos! Façam piadas e divirtam-se juntos!
A vida já é, por si só, muito dura algumas vezes. Por isso, faça a sua parte e cultive a alegria, o senso de humor e a leveza! Quando tudo estiver dando errado, ria. Tente e veja como isso pode aliviar a tensão e facilitar as soluções.

Seja você mais paciente e tolerante!
Pare de achar que é o outro quem tem de ter mais tolerância. Tenha você! Mude você! Isso é sinônimo de originalidade e inteligência. E se não houver reciprocidade, fale: tenho tentado dar o melhor de mim, mas parece que não tenho conseguido. De que forma você acha que eu posso melhorar? E escute de verdade!

Faça algo novo, diferente. Saia da rotina!
Não deixe que o dia a dia cegue o casal e transforme a vida de vocês numa grande chatice. Vá tomar um chope num final de tarde ou comer um cachorro quente na praça da cidade. Chega de dar desculpas e faça algo pra tirar as "teias de aranha" desse relacionamento.

Brinque de sedução e erotismo de vez em quando.
Sei que transar todo dia ou esperar uma performance de cinema na maioria das vezes é utopia, mas convenhamos: de vez em quando, dá sim para caprichar no cenário e no visual e brincar de namorar. É tudo de bom e revigora a relação.

Beijar é fundamental! Intimidade é o que os torna um casal!
Infelizmente, muitos casais deixam de se beijar com o tempo. Beijar mesmo, beijo completo, com língua e demorado. Essa é uma das atitudes que você só tem com quem se relaciona, por isso não perca o que diferencia essa relação da que você tem com amigos, filhos e familiares.

Fazer seu amor durar realmente requer investimento, dedicação e atualização. Mas se você faz isso com seu trabalho, com seu conhecimento e com sua vida material, por que vai negligenciar justamente a área mais importante de sua vida? E se não acha a mais importante, imagine agora que acabou de sofrer um acidente ou uma grande perda. Para quem vai ligar? Com quem vai contar? De quem espera receber companhia e apoio?

Tomara que seja da pessoa com quem você escolheu compartilhar seu coração, sua casa e sua cama!


Por Rosana Braga



21 de ago de 2012

O amor foi feito para dar certo

Sim, afirmo categoricamente: O AMOR FOI FEITO PARA DAR CERTO.

Não existe fórmula, nem magia, o amor é a própria magia.

Ouço constantemente de amigas e clientes as dificuldades e tropeços das coisas do amor. Não duvido delas, sei o quanto sofrem, mas o que tento explicar é que o sofrimento só existe porque as expectativas são imensas. As pessoas ainda insistem em viver um sonho e não em viver um amor. Não dá para trazer para a realidade um amor de novelas, o conto de fadas das mulheres modernas.

Criar expectativas é o mesmo que assinar (inconscientemente): Vou me desiludir.

Não existe homem ou mulher dos sonhos, já está afirmado que é sonho. É preciso que se entenda que as pessoas são reais, têm defeitos, têm chatices, têm manias, ficam de mal-humor, se irritam, mas também possuem qualidades. Ninguém é feito só de luz, pois todos nós possuímos sombras.

Quando afirmo que o amor foi feito para dar certo é porque o amor apenas quer ser expresso, é uma energia que pede liberdade e movimento. Impedimos que o amor seja livre quando colocamos obstáculos, barreiras enormes, somos mestres em construir paredes para que o amor não se expresse. Vamos entender isso melhor?

Um casal se conhecesse, se atrai. Começam a sair, se entrosam muito bem, a conversa é boa, a química acontece. Ela chega em casa e pensa:
- Nossa, foi tão bom. Será que ele vai me ligar amanhã? Será que ele gostou de mim? Será que vai lembrar que eu disse a ele que mês que vem é meu aniversário?

Ele:
- Foi legal, vou chamá-la pra sair denovo qualquer dia.

Geralmente as mulheres criam muito mais expectativas do que os homens, o que não significa que os homens também não sonhem, que eles também não criem suas expectativas, eles criam sim, mas depois, quando começam a se envolver de fato.

Ele pensa em ligar para ela qualquer dia, a expectativa dela é para o dia seguinte! E ele nem se quer prometeu isso, ele apenas disse: te ligo, tá?

Ela acorda pela manhã olhando para o celular, vai tomar banho com o celular na pia, almoça sem nem prestar atenção no que engole, o celular toca, o coração dispara! Quando vê que é ligação da melhor amiga diz que vai desligar porque está esperando uma ligação importantíssima e qualquer assunto com ela pode esperar. Se frusta, fica com raiva. Começa a anoitecer e nada, no desespero consulta a taróloga, ela diz que a ansiedade atrasa tudo, para confiar mais nela mesma e ter paciência, ainda é muito cedo para tanto. É tarde, vai deitar, perde o sono. O celular ao lado do travesseiro não dá sinal de vida. Irritada, às 2h da manhã liga para amiga para desabafar, a amiga chateada por ela não a ter ouvido mais cedo se recusa a atender. A moça nervosa, maldiz o rapaz, o xinga de aproveitador, mentiroso e se julga a mulher mais azarada do mundo: Não quero mais saber dele! Os homens não prestam!

Ele acordou cedo, foi trabalhar, pensou nos projetos, nas contas para pagar. Na hora do almoço conversando com um colega, lembrou dela e pensou o quanto era legal. Não sentiu a menor vontade de ligar pra ela porque a intenção era ligar no fim de semana para combinarem de sair. Saiu do trabalho a tarde, encontrou uns amigos, foi para casa. Acessou a internet, o celular tocou algumas vezes, ele atendeu uma garota com quem tinha saído fazia algum tempo, ela queria um encontro e ele disse que marcaria com ela um fim de semana e desligou.

Na sexta-feira ele liga pra ela. Ela deixa o celular tocar e não atende. Ele pensa que ela pode estar ocupada e resolve esperar pra ligar mais tarde. Ela fica enfurecida porque ele nem se quer tentou outra vez. Ela tem vontade de ligar de volta, mas a amiga diz que não porque assim ela se rebaixa. Quatro horas depois ele liga, ela já toda descabelada, ameaça atender ao primeiro toque, a amiga pega o celular da mão dela e diz pra ela esperar tocar mais 6 vezes. Ele espera, a ligação cai. Ela chora desesperada e amiga diz pra ela esperar que ele liga denovo. O celular dele toca, a outra moça com quem ele havia saído o convida para uma balada. Ele fica na dúvida, pensa que gostaria de sair com a outra, mas ela não atendeu as ligações, ela devia estar ocupada mesmo, a moça insiste no telefone. Ele aceita. Ela espera em vão, chorando e triste a noite toda.

O amor é simples, quer dar certo... Pra quê tanta complicação? Não estou aqui na defesa dos homens porque existem muitos homens complicados, mas sou obrigada a observar que as mulheres ganham disparado no quesito das expectativas. Sejamos mais leves. Não é apenas saber esperar, mas principalmente acreditar e confiar em si mesmo. As coisas não têm que acontecer no tempo e na medida que queremos, acontecem como podem porque relacionamento não envolve uma pessoa apenas que é você, envolve a ambos e o outro também pensa, também sente, também espera. Na dúvida, converse, não tire conclusões por si só porque geralmente são enganosas e lembre-se: O amor foi feito para dar certo.


Drika Gomes





Como vai sua vida amorosa??


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14 de ago de 2012

Por que você ama quem você ama?




O memorável Carlos Drummond de Andrade, um de nossos poetas mais conhecidos, certa vez escreveu que "existem muitas razões para não se amar uma pessoa, mas apenas uma para amá-la". No sentindo mais poético e eloquente da questão, é muito provável que a afirmação dele esteja correta! Entretanto, estamos longe de saber amar somente com poesia e eloquência e, assim, buscamos incansavelmente as razões.

Assim, começo essa reflexão propondo que você responda a seguinte pergunta: quais são as razões do seu coração? Ou melhor, quando você olha pra essa pessoa que diz amar, como completaria a frase "eu a amo porque..."? O que faz com que essa pessoa se torne, ao seu coração e de acordo com os seus valores, digna de ser amada?

Posso apostar que, enquanto apaixonados, preencher essa frase com muitos e muitos motivos é, além de fácil, um enorme prazer. Porém, conforme vocês se deparam com o aspecto humano nu e cru um do outro, conforme se vêem diante da navalha da convivência e da cobrança da realidade, as idealizações vão desmoronando uma a uma, até ficar evidente também o que existe de mais apático e sem cor em cada um! Daí, então, completar a frase com apenas uma razão que seja, pode se tornar um árduo, sufocante e doloroso desafio.

Eu estaria sendo absurdamente injusta se deixasse os crentes no amor acreditarem que o tempo desfaz as máscaras das mais belas qualidades que o outro tem quando nos apaixonamos por ele. Não, não é isso! Primeiro, porque não se tratam de máscaras. O outro é mesmo dono de cada uma dessas preciosidades. E depois, porque o tempo não é exatamente o responsável por torná-lo vulnerável e pálido no palco da conquista e da sedução.

Mais do que o desenrolar da vida, que insiste em evidenciar e até intensificar nossos medos, inseguranças e aqueles incômodos sentimentos inerentes às relações amorosas, como ciúme, possessividade e crenças sobre homens, mulheres e relacionamentos, é a maneira como adubamos -ou deixamos de adubar- esse solo em que cresce nosso amor, que vai nos tornar fortes, robustos e amadurecidos ou... anêmicos, fragilizados e imaturos!

Portanto, para que você esteja com as razões na ponta da língua quando tiver de responder, seja para si ou para quem quer que seja, sobre por que você ama quem você ama, só tem um jeito: treinando, exercitando o reconhecimento, ou melhor, elogiando essa pessoa que você escolheu para se relacionar!

O elogio é altamente poderoso, afrodisíaco, consistente e benéfico. Cura desconfianças infundadas, fortalece a autoestima, reforça os laços de cumplicidade e intimidade, alimenta o desejo e solidifica a mútua admiração. Portanto, se você consegue enxergar as qualidades do seu amor sem nenhum esforço, aproveite para começar a contar a ele, pelo menos uma vez por dia, sobre alguma das razões pelas quais você o ama. Mas se sua relação estiver desgastada, desbotada e murcha, então, você terá de se esforçar. Mais do que depressa, comece a relembrar das razões que fizeram você se apaixonar por essa pessoa e declare-as o maior número de vezes possível.

Diga algo como "amo você porque você é uma pessoa carinhosa e atenciosa comigo", e ponto final. Sem mais delongas. Mas faça isso por vários dias seguidos, sem previsão de parar. E se essa pessoa não estiver sendo o que você está dizendo que ela é, certamente vai, em breve, sentir-se motivado a fazer por merecer cada um de seus elogios.

Sim! Porque somos motivados pelo reconhecimento de nossas atitudes. Mas, infelizmente, fomos pesadamente treinados para reconhecer o que o outro fez e faz de errado, de ruim, que nos magoa. Mas nos esquecemos de reconhecer e até de agradecer pelo que ele fez e faz de certo, bom e que nos agrada.

E assim, desnutridos, sem força e desmotivados, os amores vão morrendo sem que a gente se dê conta dos motivos. E tudo poderia ser tão diferente se nos respondêssemos mais vezes - e contássemos isso ao outro - sobre as razões pelas quais ele é tão digno de ser amado! 




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6 de ago de 2012

Pare de esconder o que sente!


 CARTA 7 DE COPAS - MOMENTO DE ENFRENTAR


Quando se trata dos problemas no relacionamento amoroso, especialmente quando a convivência é diária, o conselho mais sábio seria não dar ênfase e importância demais às picuinhas e pequenas rusgas, nem ignorar o que realmente tem importância. E como saber? Bem... cada um terá de encontrar e aprender a usar seu próprio medidor.

E sabe do que mais? No fundo, a maioria de nós, com um tantinho de cuidado e bom-senso, sabe muito bem o que realmente importa. Além disso, na dúvida, nada que uma conversa objetiva, clara e carinhosa, com a real intenção de chegar a um consenso, não resolva!

Portanto, pra não correr o risco de passar anos e anos tapando o sol com a peneira neste relacionamento, pra não desperdiçar sua chance de ser feliz empurrando a sujeira para baixo do tapete e, por fim, para ser coerente com a decisão de dormir e acordar ao lado de alguém com quem você está construindo a sua história, pare de se comportar feito tolo!

Pare de fingir para si mesmo que está tudo bem. Ou, pior, tem gente que sente uma coisa e demonstra outra! Sente ciúme, mas demonstra raiva. Sente medo de perder, mas demonstra agressividade e mau-humor. Sente carência, mas demonstra autossuficiência. Sente insegurança, mas demonstra orgulho bobo. Sente tristeza, mas demonstra indiferença. Sente dor no coração, mas demonstra soberba e arrogância. Pra quê? De que adianta? O que resolve? E se resolve, de que jeito? A que preço? Por quanto tempo? Com que verdade?

A questão é que tudo isso não passa de um joguinho infame, ineficiente e que despende muita, muita energia. Uma energia que poderia ser investida numa dinâmica mais madura, mais enobrecedora, mais criativa e bem mais eficaz!

Pra começar, que tal parar de achar que o outro tem de ter uma bola de cristal e adivinhar o que você quer, como quer, se gostou ou se não gostou? Que tal você mesmo contar, exatamente como contaria ao seu melhor amigo? Exatamente como contaria para alguém em quem confiasse, abrindo seu coração, mostrando sua fragilidade e o que você re-al-men-te está sentindo?

Mas não se engane: é preciso crescer para sustentar a verdade! Porque por mais óbvio que seja o fato de que "não brigar e parar de se acusar" é bem melhor do que viver em pé de guerra, também é fato que a grande maioria dos mortais está terrivelmente viciada na química da briga, da discussão e dos mais ridículos joguinhos.

Saiba que enquanto você insistir em representar, sem ter a coragem de ser autêntico, de assumir seus medos, suas inseguranças, suas tristezas, seu ciúme, entre tantos outros sentimentos lindamente humanos, vai continuar no ensaio, sem nunca entrar em cena de verdade. Vai continuar no treino, sem nunca entrar em campo de verdade. Vai continuar levando uma vidinha medíocre (bem mais ou menos), sem nunca experimentar a deliciosa sensação de ser você, de verdade. Sem nunca levantar essa porcaria de tapete e dar um fim nessa sujeira que não faz o menor sentido de ser guardada.

Em última instância, relaxe, pois a escolha é sua. Se preferir continuar exatamente como está, fique à vontade. Mas se tiver coragem de ao menos tentar romper com essa dinâmica doentia de ser incoerente e falar por meio de indiretas ou por meio do silêncio, então... prepare-se para viver experiências sobre si mesmo, sobre o amor e sobre a vida que, certamente, nem imaginava serem possíveis!

Por fim, não se engane: trata-se de um exercício diário, um exercício sem fim, para toda a vida! Mas só se você quiser fazer tudo isso valer a pena, claro!

25 de jul de 2012

Quando a ex resolve atacar


Já diz o "velho deitado": Ex bom(boa) é ex morto(a)! - Palavras sábias. Mas quem é que está livre dessa cruz pra carregar?

     Nesse caso irei tratar das ex do nossos loves, essas mal amadas e rancorosas que vivem perturbando e se metendo na vida das atuais de seus ex. Cá entre nós, sabemos que não é fácil ser trocada, é uma dor nos cornos que mulher nenhuma merece, é uma facada no orgulho, na vaidade e na auto estima de qualquer mulher. Ela se sente ferida, humilhada, um trapo velho que um sujeito traidor e sem escrúpulos pisou e cuspiu em cima. Tudo bem, traição é detestável, abominável, nós somos definitivamente contra, mas isso não impede que exista. Qual mulher nunca foi traída ou trocada por outra na vida? Se ainda não foi, acredite, vai ser! É a verdade da vida e não estou aqui para ser hipócrita. Ser humano trai mesmo, e pior ainda é o ser humano bicho homem! Mas se tem uma coisa que é ainda pior, é mulher que é deixada e fica se rastejando atrás do traste que a fez sofrer feito o cão. Isso é se colocar num nível paralelo ao dos vermes! Eca... Cadê a dignidade?? O mais incrível de tudo é que ficam se achando as coitadinhas, merecedoras de pena, afinal fizeram de tudo pelo seu benzinho e mesmo assim levaram um ponta-pé. Claro! Quem mandou fazer de tudo por ele? Quem disse que homem, por mais apaixonada que por ele esteja, é raça digna de receber tudo do bom e de melhor? Esse foi seu erro, queridinha. Mas agora não adianta eu querer te dar conselhos, fica pra uma outra matéria, tá?

     A situação aqui é a seguinte, quando uma ex irritante começar a azucrinar a sua vida, é evidente que ela está num momento em que morre de inveja de você porque afinal de contas, você se apossou do homem que ela tinha e ela simplesmente não está aceitando perder, quando já perdeu. A alternativa mais inteligente é partir para a indiferença, faça de conta que essa criatura não existe, que ela não te incomoda e na verdade nem deveria incomodar mesmo porque ela é passado e se ele está com você é porque te quer, entendeu? Tudo que essa ex(zinha) está querendo é te atingir e fazer com que você se sinta ameaçada de algum modo, tudo para desestabilizar sua paz com seu love. Ignore o quanto puder. Se ela for de ficar ligando, não atenda. Se for de ficar mandando e-mails, não responda e bloqueie. Se for de ficar te seguindo, mude seu caminho. Faça de tudo para se afastar e se desvencilhar de atritos que não levam a nada. Não vale a pena o desgaste e mesmo que você seja do tipo que gosta de uma briguinha e não tem a menor propensão em engolir sapos, CONTROLE-SE!  Ela é uma pessoa desestruturada, na verdade é mais digna de pena do que de ser encarada como rival e se sua intenção for de dar algum troquinho só para não perder o hábito, acredite que o melhor troco que pode dar é fazer ela ver como você está bem e feliz com seu love. Isso nela doerá muito mais do que qualquer resposta atravessada ou um murro no meio das fuças.


Drika Gomes

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24 de jul de 2012

As críticas prejudicam o amor

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Por Bel Cesar


Quando a tensão num relacionamento está muito alta, é comum transpor os desafios por meio de discussões que levam a rompimentos. Devido a ressentimentos não expressos e a frustrações não digeridas, criticamos o outro como uma forma de pedir por mais atenção. Que estranha mania: diminuímos o outro com a intenção de que ele nos dê mais! 

Por experiência própria, sabemos que criticar com a intenção de agredir é uma forma ineficaz de expressar insatisfação e pedir atenção. No entanto, a crítica é uma forma comum de solicitação. 

Quando um parceiro procura aproximar-se do outro de maneira crítica e raivosa, o outro afasta-se para se proteger desta energia de ataque, fechando-se cada vez mais. Sem receptividade de escuta, cada um a seu modo, lança mão de uma estratégia de ataque e recuo - como se visse o outro como um inimigo. Por isso, relacionamentos sustentados por críticas tornam-se viciados em ciclos de ataque versus evitação.  

Uma coisa é comunicar sem rodeios suas insatisfações com a motivação de que o outro conheça suas necessidades e percepções. Outra coisa é falar com a intenção de converter o outro a seus pontos de vista. A diferença entre estas duas posições também será dada pela capacidade de escuta daquele que recebe as críticas. No entanto, não há como negar que ao expressarmos um sofrimento de forma congruente e aberta propiciamos a receptividade alheia.  

Cabe ressaltar que aquele que é criticado precisa aprender a se impor diante de quem o critica negativamente pois, do contrário, ele se torna um agressor passivo: identificado com seu papel de vítima, agride o outro para posicioná-lo como agressor, ao invés de buscar empatia e um novo entendimento. 

Antes de criticar alguém devemos nos distanciar para refletir sobre nossa real motivação ao nos tornarmos um "acusador agressivo". Optar por reter os impulsos agressivos para analisá-los melhor, ao invés de simplesmente desabafá-los, é crucial se quisermos transformar relacionamentos viciados, com conversas cheias de críticas e implicações um frente ao outro.  

O psicoterapeuta John Welwood explora como lidar com a questão da raiva nos relacionamentos em seu livro "Amor perfeito, relacionamentos imperfeitos" (Ed. Gaia). Ele nos incentiva a entrar em contato direto com nossa raiva em quatro passos intimamente relacionados: reconhecer, permitir, abrir e entrar.  

Reconhecemos nossa raiva na medida em que a percebemos sem avaliá-la como boa ou ruim. Ao sentirmos a raiva manifestando-se em nosso corpo, permitiremos que ela esteja lá por alguns instantes. Welwood explica: "A permissão é uma forma de descompressão ou desbloqueio: deixar que a energia do sentimento seja do tamanho que é, sem se identificar com ela ('esta dor sou eu, significa algo que sou") ou rejeitá-la ("esta dor não sou eu, ela não deve estar aqui"). Cada um precisa ter esta experiência para conhecer o quanto é libertadora essa aceitação. Pois no momento em que nos permitirmos senti-la, ela deixa de ser tão ameaçadora!  

Desta forma, aos poucos nos unimos a nós mesmos, não precisamos mais transformar o outro para evitar nossos próprios sentimentos dolorosos.  

Welwood ressalta que é importante perceber que o reconhecimento da raiva ou do ódio não significa pensar: "sim, está certo ficar com raiva. Eu devo sentir raiva; tenho o direito de me sentir dessa maneira ou de descarregar a minha raiva em alguém". Em vez disso, significa: "sim, a raiva e o ódio estão armazenados em meu corpo e em minha mente" . E como eles estão ali: sim, eu posso reconhecê-los, dar-lhes espaço e conscientemente experimentá-los". 
Quando recuperamos a força para autoacolher nossa raiva, já não necessitamos impreterivelmente de expressá-la. Isto não quer dizer que nos tornamos autossuficientes ou indiferentes àqueles com quem nos relacionamos, mas simplesmente que não precisamos mais criticá-los, ou seja, transformá-los para que eles nos tratem de um certo modo que nos garanta a não termos que encarar nossos próprios sofrimentos. 

Uma vez menos reativos, conseguimos mais facilmente relativizar: não pegar tudo ao pé da letra. Sob a raiva, encontra-se a tristeza. Ao expressarmos nossa vulnerabilidade ao invés de nossa irritação, damos ao outro um voto de confiança, recolocando-o numa posição de parceria e não de inimigo como outrora. 

Se por um lado, temos a necessidade de nos sentirmos garantidos em nossos relacionamentos, temos também a necessidade de nos soltarmos. O fato é que quanto mais estivermos conectados de forma segura, mais separados e diferentes poderemos ser. Mas se estivermos num relacionamento baseado em críticas, nossa tendência será a de retrair nossa espontaneidade para não corrermos o risco de agirmos de modo a sermos um novo alvo de desaprovação.  

Neste sentido, quanto mais empático e seguro for o relacionamento, mais autênticos nos tornamos, pois reconhecemos, no ato de nos entregarmos na relação, uma oportunidade de autodescoberta. 

17 de jul de 2012

Você se sente sufocado na relação?


Amor e apego exagerado andam quase sempre de mãos dadas. Isso porque, quando o assunto toca o coração, fica difícil ver com clareza ou manter o equilíbrio.

Razão dá lugar à emoção e, se você não está na mesma sintonia que o amado, pode carregá-lo a reboque, aprisionado. O contrário também acontece e você começa a achar que sem aquela metade, sua laranja nunca vai ter o mesmo gosto.
Mas tudo isso é negativo se o apego se transformar em prisão. Aí, é fato que tudo que você faz apenas enterra ainda mais a relação, perdendo referência de liberdade e individualidade. No meio desse caminho, a relação desbota. Perde a cor, o cheiro. O desejo vai embora e fica complicado resistir à anulação.

O psicólogo Paulo Tessarioli, especialista em sexualidade humana, afirma que dependendo da fase do relacionamento, o apego é esperado. "Mas quando amar demais é a expressão de um amor sem limites, em que o outro se torna uma espécie de obcessão, sem dúvida este sentimento pode assustar", afirma. Quando o apego não evolui naturalmente para carinho e cuidado - e continua obsessivo - é sinal de que há uma dependência, que precisa de ajuda profissional para ser superada.

Isso porque é importante preservar a própria individualidade, em qualquer tipo de relação, sendo condição essencial até para a saúde física e mental. Por meio da manutenção da individualidade, a relação passa a ser saudável para ambas as partes. 

"No início de qualquer relação afetiva, é comum o casal se afastar do convívio social e familiar, preferindo ficar juntos e a sós. Porém, aos poucos, é preciso resgatar este convívio, como forma de nutrir o próprio vínculo e manter vivos e saudáveis os protagonistas da relação", sugere o profissional. Segundo ele, ainda, o sentimento em excesso no início da relação pode gerar um efeito contrário com o passar do tempo e imprimir a sensação de sufocamento.

Ninguém precisa deixar de se dedicar com afinco no início de uma relação e continuar fazendo isso quando o tempo passa. Basta ter consciência da intensidade da coisa e de que o amor, por si só, não é suficiente para que a relação seja ‘eterna’. "Imagine que sua mãe guardou seu primeiro cobertor, que você usava quando ainda era bebê. Tente se cobrir nas noites frias com este cobertor. Qual será o resultado? Na vida amorosa é a mesma coisa. Temos que renovar sempre os votos e atitudes amorosas para com o outro e isto tem que ser feito sempre em revezamento". Tentar olhar de fora a própria relação também pode ajudar a calibrar o equilíbrio entre o amor que sente pelo outro e o que tem por você mesmo. 





5 de jul de 2012

Subterfúgios




Fugir da dor - parece que todo mundo quer isso. Uns enchem a cara, se afogam naquilo que apenas por alguns momentos apaga da memória as cenas de um coração partido. Outros fogem procurando esquecer a vida se entupindo de qualquer coisa que os façam dormir e ainda tem aqueles que fogem se escondendo em outro alguém. Pior ainda, tem gente que faz tudo isso junto. Mas não estou aqui para julgar, cada um cria seus subterfúgios e tenta sobreviver. Não é fácil lidar com a dor, tem que ser muito "gente grande" para se virar com ela, tem que saber que ela vai ficar um tempo, é uma visitante irritante que vem se hospedar dentro da gente e se não dermos atenção ela finge que foi embora, se faz de morta, mas a gente sabe que ela está por ali em algum cômodo, aborrecida e quieta, tramando sua vingança que a qualquer momento pode nos atacar de surpresa.

A dor é uma criança mimada, ela nos convida a chorar com ela, a ter crises neuróticas, a passar noites em claro curtindo uma fossa. Ela quer nos ver soluçando, afundando no infortúnio, sem querer sair de casa, sem vontade de comer, de ver gente, de viver, achando que é o fim! E o mais interessante é que se a gente se entrega a ela e como bons anfitriões nos colocamos ao seu dispor, ela satisfeita, pega suas malas e vai embora procurar um outro para doer.

A vida me ensinou o que é mais sábio. Não adianta tentar escapar... esquecer um amor com outro amor, não, não acredito porque você não consegue amar outra pessoa antes de esquecer a anterior. Não dá para ler um livro novo se a história do anterior ainda está me aguçando a mente, não vou ler direito, vou ficar pensando no que poderia ser, no que devia ter sido, vou ficar com vontade de rasgar o livro novo só de raiva por não ter um enredo que me faça esquecer do outro. Não, um amor novo, não cura um amor velho. Para nascer um novo amor o antigo precisa de morte declarada, ter velório, choro, vela e ser enterrado à sete palmos! Você ainda tem que passar um bom tempo se descabelando, sofrendo - Luto!

É muita sacanagem esperar que alguém seja responsável por curar uma dor que foi você mesmo que procurou. A outra pessoa não tem nada a ver com isso. Seu coração está em pedaços, sangrando e você quer que ela te anestesie e dê os pontos? Que falta total de vergonha na cara. Imagina essa pessoa que por te amar até se propõe a cuidar das suas feridas, cata seus pedaços, costura e ainda assim continua sangrando... Sabe porquê? Porque você não se curou, porque muitas vezes vai doer e a pessoa que tentou te curar vai sofrer porque ela vai se sentir como aquele livro novo que o enredo não encanta...

Quem cura o coração não é outro alguém, é você e o tempo! O mínimo que poderia fazer era aparecer para uma outra pessoa de coração inteiro, limpo e totalmente aberto,  mas para isso deixe de fugir da dor e fuja dos subterfúgios!

" Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida
está no amor que não damos, nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento,
perdemos também a felicidade."


Carlos Drumond de Andrade

11 de jun de 2012

Feliz dia dos N(AMOR)ados!




Pra quem tem um cobertor de orelha dos bons o dia dos namorados é super bem vindo, presentes, declarações, beijos, amor... Ah o amor, esse sentimento que embriaga e entontece... (Não, não! O amor não embriaga e entontece ninguém, quem faz isso é a paixão!) Os apaixonados são os iludidos, pois vivem uma experiência fantástica como se estivessem sob o efeito de uma poderosa droga. Sim, a paixão é uma droga. Quando apaixonados somos capazes de absurdos, de cometer atos ridículos, de perder realmente o juízo e a noção do certo e o errado. Pessoas largam tudo quando estão apaixonadas, abandonam emprego, estudo, situação financeira. São capazes de deixar a mordomia de um lar confortável para viver em um cubículo no fim do mundo junto da razão de sua vida.

É lindo, profundo, intenso... um perfeito enredo Shakespeariano! Mas paixão é assim, vem com tudo e passa rápido - chuva de verão. Amor, não. Chega sereno, traz paz, conforta... faz bem e no entanto não faz com que nos sintamos drogados, pois o amor traz equilíbrio, abre a nossa consciência e nos faz crescer, evoluir.

Seja qual for o momento que estiver vivendo, paixão ou amor, devem ser vividos de peito aberto. Na vida o que vale são os momentos que passamos, as situações que vivemos. Tudo vale a pena, até mesmo os mais insanos atos de paixão, mas uma paixão positiva, que valha a pena para ambos e que lá na frente lhe sirva como uma bela história a ser contada.

Feliz dia dos namorados!!




A sombra de todos nós


É certo que existe dentro de todos nós um lado sombrio, somos humanos e nesta condição somos seres passíveis de sentir ódio, inveja, ciúme, sentimentos estes que quando em desequilíbrio podem nos levar a cometer atos que em sã consciência seríamos incapazes de fazer. Temos como exemplo esse novo caso exposto na mídia: O assassinato e esquartejamento do executivo da Yoki. A esposa movida totalmente por seu lado sombra em descontrole fez o que fez, num ato de impulso onde o ódio e o ciúme foram os principais motivadores.

Nosso lado sombra revela os nossos mais perigosos instintos, mas que também fazem parte do que somos,  mas para que possamos viver com essa sombra é preciso que haja equilíbrio e isso nem sempre é fácil. Nossas emoções vivem a todo momento sendo postas à prova, temos que lidar com nosso lado emocional em diversas situações do dia-a-dia e com frequência nos vimos perdendo o controle, agindo por impulso, dizendo o que não devíamos e depois nos vimos tendo de arcar com as consequências.

Não podemos negar que temos uma sombra, ela existe também para nos proteger, é o nosso lado agressivo que nos defende, é o medo que nos impede de cair de um precipício, mas é preciso sabedoria para lidar com as emoções. Isso chama-se Inteligência Emocional. É preciso ter o emocional em controle para termos bons resultados em todos os aspectos da vida: amor, trabalho, família, saúde. O equilíbrio é a chave de tudo.

Quantas vezes não se sente totalmente tomado por uma emoção e se deixa levar por ela? Seja ela boa ou ruim. Tristezas que levam a um estado profundo de depressão? Euforia que te coloca em situações constrangedoras? 

Com a Mesa Radiônica trabalho esse aspecto emocional, vejo onde existem as tendências de descontrole, observo quais as emoções que abalam suas estruturas e faço todo um trabalho de reequilíbrio energético, harmonizando seus chakras, trazendo o equilíbrio para seu cotidiano, tornando desta maneira sua vida mais centrada, pois suas decisões ocorrerão com seu emocional estabilizado. Juntamente com as cartas de tarô trabalharei com seu direcionamento, apontando posturas e comportamentos que precisam ser alterados.

Entre em contato, me procure para uma consulta, vamos bater um papo gostoso?

Drka Gomes


7 de jun de 2012

Você só atrai cafajestes?!

Ouço constantemente de muitas mulheres a mesma lamentação: "Não aguento mais, na minha vida só aparece cafajeste..." Então venho aqui hoje para mais uma vez salientar que você atrai exatamente aquilo que transmite. Nós somos como perfeitos imãs, nossos pensamentos e sentimentos estão constantemente enviando ao universo todas as informações que vibramos. Não é por acaso que só aparecem cafajestes na sua vida, você os atrai e consequentemente é atraída por eles. Existem mulheres da mesma categoria por aí, cujo comportamento e atitudes são semelhantes aos dos homens cafajestes e mais do que isso, talvez mais importante ainda são os padrões de pensamentos que te enquadram na mesma sintonia, tipo: "Os homens não prestam", "Eu nasci para sofrer", "Nenhum homem me valoriza", " O amor é sentimento que faz sofrer"- Com padrões como esses de pensamentos você vibra a todo instante que não se sente valorizada, que não acredita no amor e que não acredita que possa ser amada. O universo então faz a sua parte, transmite os seus sinais e pela lei da atração os homens que irão se aproximar de você serão justamente esses que não sabem valorizar uma mulher, homens que não prestam! Simplesmente porque são estes tipos que você inconscientemente está chamando para sua vida toda vez que pensa, comenta ou se lamenta repetindo padrões.

É importante saber que a raiz de tudo está aí dentro de você e que isso pode ser mudado com um pouco de persistência e consciência. Nem todos os homens são cafajestes, existem muitos e acredito que uma grande maioria são decentes, honestos e quando amam uma mulher a tratam com respeito, carinho e admiração, eles querem amar e ser amados, assim como nós. 

Lembre-se de algum casal conhecido, cujo o homem é fiel, companheiro e amante. Tenho certeza que se lembrará de algum, foque nisso, que existe sim homem que sabe dar valor a mulher que ama e principalmente acredite que você é merecedora de ser amada e respeitada. Admire-se! Cuide-se! Valorize-se! Tudo precisa nascer de você primeiro para que você vibre essas sensações para o universo.  Mentalize-se feliz e realizada, sendo amada, vivendo um amor pleno do modo que gostaria e permaneça nessa crença e nesse estado, sempre acreditando que o amor pode ser uma experiência fantástica de crescimento e vida e que no entanto é o que você espera.

Acredite que amar vale a pena e que você é uma mulher absoluta que quer e merece um homem à sua altura, digno de receber todo o amor que tem para ofertar.



Drika Gomes











6 de jun de 2012

Agradar em excesso = expectativa de amor em troca



Por mais incrível que possa parecer, este tipo de situação ocorre com uma enorme frequência e, diga-se de passagem, quem um dia já não se viu ultrapassando seus próprios limites para agradar a alguém.
Por vezes, ferimos nossos sentimentos, tentamos achar que atitudes de desprezo, rejeição e pouco caso, são situações passageiras e, com o tempo, a outra pessoa perceberá o tanto que faço por ela.

Todo esse excesso de atenção que dispensamos a alguém, esperando algo em troca, tem como origem uma situação de trauma, sofrimento intenso ou rejeição que pode ocorrer em qualquer fase de sua vida, mas que se não for eliminada se transformará em um bloqueio energético. Você passará, então, ao longo de sua vida a viver um número infinito de situações onde faz tudo pelo outro, e nada recebe em troca. 
Esta pode ser a maior descoberta de sua vida, pois perceberá as atitudes que a impedem de viver de uma maneira plena e que realmente valha a pena.

Quando este desejo de descobrir a dor original, que a leva a viver situações que se repetem, desperta em sua alma, você será direcionado a encontrar o caminho para eliminar esse sofrimento.

No entanto, aqui há uma exigência pessoal necessária. É muito importante que deseje para você uma vida diferente e acredite de coração que o sofrimento não deve jamais fazer parte da vida de ninguém.

Em algumas famílias, encontramos uma enorme dificuldade na manifestação de emoções. Um abraço e um beijo são coisas que raramente ocorrem, e se... ocorrem, demonstrar emoções e sentimentos, nesses casos específicos, pode significar fraqueza e ao longo do tempo sofrimento. Um ser que nasce nesta família e transborda amor, na certa, se sentirá rejeitado. Por mais que tente demonstrar amar, será sempre recebido com frieza de sentimentos.

Existem pessoas que se desdobram de cuidados com o outro, ajudam-no em questões pessoais, profissionais e de crise de identidade, querem consertar o outro para ser seu. Querem que pela demonstração intensa de cuidados e abnegações, o outro passe a amá-la. Mas o que, provavelmente, acontecerá é um processo natural de rejeição, pois o verdadeiro amor não nasce entre duas pessoas na base de trocas. Ele é um sentimento que parte da alma e que não pode estar alienado a interesses pessoais. No entanto, esta atitude de agradar em excesso para receber amor em troca pode ser inconsciente e você passará uma vida inteira perdendo seu tempo e não recebendo nada em troca.

Quando há o desbloqueio da situação que gerou esse comportamento doentio, você passa a experimentar seu próprio potencial, passa a reconhecer o seu valor, seu amor próprio e seu poder pessoal. Desta forma, irá se sentir mais segura e consciente de seus atos e compreenderá que a outra pessoa deve amá-la pelo que você é e não pelo que você faz.

A Radiestesia através da Mesa Radiônica tem a condição de definir o momento exato onde o bloqueio foi criado e, então, trabalhar energeticamente tal situação e desfazer essa energia estagnada. Desta forma, o fato que ocorreu será lembrado não mais como um trauma e, sim, como uma situação que foi transmutada.
Você saberá que se encontra em pleno equilíbrio energético quando sentir paz de espírito, quando entender que em sua vida está tudo em ordem Divina e que o amanhã será sempre melhor que hoje, desde que você entregue e confie no Todo.

O sofrimento que vem junto com a rejeição após uma dedicação intensa a outra pessoa é infinitamente maior do que um rompimento normal, pois, neste caso, você deu tudo de si, apostou todas as suas fichas e não obteve nada em troca.
Seu equilíbrio energético com os bloqueios eliminados fará com que você se sinta um adulto pleno e não mais aquela criança que um dia não recebeu o que desejava e passa, então, a vida inteira em busca disso.

Perdoar, como sempre afirmo, é um ato de inteligência que fará bem somente a você. O outro, muitas vezes, não tem nem consciência do mal que possa ter lhe causado, principalmente, em sua infância. Seus pais não receberam aulas de como serem pais e, por vezes, ou foram omissos ou presentes demais com atitudes erradas, mas que devem ficar em seu passado.

Na Radiestesia, usamos um termo que acho muito interessante quando nos referimos a desbloqueio de situações, que diz: temos que mudar o combustível desse momento, ou seja, a energia que foi empregada naquele evento. Voltamos energeticamente a este, e de maneira energética, transformamos o combustível utilizado.
Nos Cursos de Radiestesia que ministramos como complemento a essa transformação proporcionada pela Mesa Radiônica ensinamos a utilizar os gráficos radiônicos, onde você, então, aprenderá a vibrar e canalizar a sua energia para o que realmente deseja em sua vida.

Há tempos atrás atendi uma moça com uma história muito marcante que ficou em minha mente por dois motivos, o primeiro pela seriedade do assunto e coragem de exposição de sentimento e, em segundo lugar, pela enorme virada que ela conseguiu dar em sua vida.
No início do atendimento, ela parecia muito fechada e reservada, como se quisesse que eu adivinhasse o que se passava em sua mente, sem que precisasse dizer nada. Comecei, então, a conversar com ela sobre coisas do dia-a-dia, sobre sua vida hoje, suas aspirações futuras, seus ideais, enfim, estava tentando deixá-la mais solta e confiante.
Iniciei, então, o trabalho com a Mesa Radiônica identificando suas frequências energéticas e fazendo as correções. Havia muita tristeza e pessimismo em tudo que verbalizava.
Na identificação dos bloqueios, encontrei um período de vida muito complicado dos 9 aos 15 anos de idade e perguntei, então, o que havia acontecido naquela época.
Ela me disse: ainda não consigo falar nada, por favor, continue seu trabalho com a energia.
Desbloqueei a energia do momento identificado mesmo sem a verbalização.
Identifiquei, então, outro momento quando ela tinha dois anos de idade e ela começou a chorar e contar toda a história para mim. Sua mãe nunca desejou que ela tivesse nascido. Fora uma gravidez difícil e sua mãe atribuía a ela toda dificuldade que passara a ter na vida. Quando ela tinha dois anos, a mãe se casou novamente e o padrasto passou a abusar dela aos nove anos e assim permaneceu até os quinze. Como o sentimento de rejeição da mãe por ela sempre fora declarado, o padrasto a ameaçava dizendo: "tenha certeza que se abrir sua boca sua mãe irá acreditar em mim"...

Ela passou todo esse período dos 9 aos 15 tentando fazer de tudo para reconquistar o amor de sua mãe a fim de que ela pudesse contar o que lhe acontecia. E seu enorme esforço em agradar fora em vão...
Aos quinze anos, finalmente, ela saiu de casa para viver sua própria vida e daí para frente todas as situações de trabalho ou relacionamentos que atraía eram semelhantes a da dor origem. Fazia de tudo que era possível e impossível para agradar e sempre era rejeitada.
Como seres humanos que somos, temos sempre a mesma tendência de atrair situações semelhantes para fazer histórias diferentes.