25 de jul de 2012

Quando a ex resolve atacar


Já diz o "velho deitado": Ex bom(boa) é ex morto(a)! - Palavras sábias. Mas quem é que está livre dessa cruz pra carregar?

     Nesse caso irei tratar das ex do nossos loves, essas mal amadas e rancorosas que vivem perturbando e se metendo na vida das atuais de seus ex. Cá entre nós, sabemos que não é fácil ser trocada, é uma dor nos cornos que mulher nenhuma merece, é uma facada no orgulho, na vaidade e na auto estima de qualquer mulher. Ela se sente ferida, humilhada, um trapo velho que um sujeito traidor e sem escrúpulos pisou e cuspiu em cima. Tudo bem, traição é detestável, abominável, nós somos definitivamente contra, mas isso não impede que exista. Qual mulher nunca foi traída ou trocada por outra na vida? Se ainda não foi, acredite, vai ser! É a verdade da vida e não estou aqui para ser hipócrita. Ser humano trai mesmo, e pior ainda é o ser humano bicho homem! Mas se tem uma coisa que é ainda pior, é mulher que é deixada e fica se rastejando atrás do traste que a fez sofrer feito o cão. Isso é se colocar num nível paralelo ao dos vermes! Eca... Cadê a dignidade?? O mais incrível de tudo é que ficam se achando as coitadinhas, merecedoras de pena, afinal fizeram de tudo pelo seu benzinho e mesmo assim levaram um ponta-pé. Claro! Quem mandou fazer de tudo por ele? Quem disse que homem, por mais apaixonada que por ele esteja, é raça digna de receber tudo do bom e de melhor? Esse foi seu erro, queridinha. Mas agora não adianta eu querer te dar conselhos, fica pra uma outra matéria, tá?

     A situação aqui é a seguinte, quando uma ex irritante começar a azucrinar a sua vida, é evidente que ela está num momento em que morre de inveja de você porque afinal de contas, você se apossou do homem que ela tinha e ela simplesmente não está aceitando perder, quando já perdeu. A alternativa mais inteligente é partir para a indiferença, faça de conta que essa criatura não existe, que ela não te incomoda e na verdade nem deveria incomodar mesmo porque ela é passado e se ele está com você é porque te quer, entendeu? Tudo que essa ex(zinha) está querendo é te atingir e fazer com que você se sinta ameaçada de algum modo, tudo para desestabilizar sua paz com seu love. Ignore o quanto puder. Se ela for de ficar ligando, não atenda. Se for de ficar mandando e-mails, não responda e bloqueie. Se for de ficar te seguindo, mude seu caminho. Faça de tudo para se afastar e se desvencilhar de atritos que não levam a nada. Não vale a pena o desgaste e mesmo que você seja do tipo que gosta de uma briguinha e não tem a menor propensão em engolir sapos, CONTROLE-SE!  Ela é uma pessoa desestruturada, na verdade é mais digna de pena do que de ser encarada como rival e se sua intenção for de dar algum troquinho só para não perder o hábito, acredite que o melhor troco que pode dar é fazer ela ver como você está bem e feliz com seu love. Isso nela doerá muito mais do que qualquer resposta atravessada ou um murro no meio das fuças.


Drika Gomes

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24 de jul de 2012

As críticas prejudicam o amor

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Por Bel Cesar


Quando a tensão num relacionamento está muito alta, é comum transpor os desafios por meio de discussões que levam a rompimentos. Devido a ressentimentos não expressos e a frustrações não digeridas, criticamos o outro como uma forma de pedir por mais atenção. Que estranha mania: diminuímos o outro com a intenção de que ele nos dê mais! 

Por experiência própria, sabemos que criticar com a intenção de agredir é uma forma ineficaz de expressar insatisfação e pedir atenção. No entanto, a crítica é uma forma comum de solicitação. 

Quando um parceiro procura aproximar-se do outro de maneira crítica e raivosa, o outro afasta-se para se proteger desta energia de ataque, fechando-se cada vez mais. Sem receptividade de escuta, cada um a seu modo, lança mão de uma estratégia de ataque e recuo - como se visse o outro como um inimigo. Por isso, relacionamentos sustentados por críticas tornam-se viciados em ciclos de ataque versus evitação.  

Uma coisa é comunicar sem rodeios suas insatisfações com a motivação de que o outro conheça suas necessidades e percepções. Outra coisa é falar com a intenção de converter o outro a seus pontos de vista. A diferença entre estas duas posições também será dada pela capacidade de escuta daquele que recebe as críticas. No entanto, não há como negar que ao expressarmos um sofrimento de forma congruente e aberta propiciamos a receptividade alheia.  

Cabe ressaltar que aquele que é criticado precisa aprender a se impor diante de quem o critica negativamente pois, do contrário, ele se torna um agressor passivo: identificado com seu papel de vítima, agride o outro para posicioná-lo como agressor, ao invés de buscar empatia e um novo entendimento. 

Antes de criticar alguém devemos nos distanciar para refletir sobre nossa real motivação ao nos tornarmos um "acusador agressivo". Optar por reter os impulsos agressivos para analisá-los melhor, ao invés de simplesmente desabafá-los, é crucial se quisermos transformar relacionamentos viciados, com conversas cheias de críticas e implicações um frente ao outro.  

O psicoterapeuta John Welwood explora como lidar com a questão da raiva nos relacionamentos em seu livro "Amor perfeito, relacionamentos imperfeitos" (Ed. Gaia). Ele nos incentiva a entrar em contato direto com nossa raiva em quatro passos intimamente relacionados: reconhecer, permitir, abrir e entrar.  

Reconhecemos nossa raiva na medida em que a percebemos sem avaliá-la como boa ou ruim. Ao sentirmos a raiva manifestando-se em nosso corpo, permitiremos que ela esteja lá por alguns instantes. Welwood explica: "A permissão é uma forma de descompressão ou desbloqueio: deixar que a energia do sentimento seja do tamanho que é, sem se identificar com ela ('esta dor sou eu, significa algo que sou") ou rejeitá-la ("esta dor não sou eu, ela não deve estar aqui"). Cada um precisa ter esta experiência para conhecer o quanto é libertadora essa aceitação. Pois no momento em que nos permitirmos senti-la, ela deixa de ser tão ameaçadora!  

Desta forma, aos poucos nos unimos a nós mesmos, não precisamos mais transformar o outro para evitar nossos próprios sentimentos dolorosos.  

Welwood ressalta que é importante perceber que o reconhecimento da raiva ou do ódio não significa pensar: "sim, está certo ficar com raiva. Eu devo sentir raiva; tenho o direito de me sentir dessa maneira ou de descarregar a minha raiva em alguém". Em vez disso, significa: "sim, a raiva e o ódio estão armazenados em meu corpo e em minha mente" . E como eles estão ali: sim, eu posso reconhecê-los, dar-lhes espaço e conscientemente experimentá-los". 
Quando recuperamos a força para autoacolher nossa raiva, já não necessitamos impreterivelmente de expressá-la. Isto não quer dizer que nos tornamos autossuficientes ou indiferentes àqueles com quem nos relacionamos, mas simplesmente que não precisamos mais criticá-los, ou seja, transformá-los para que eles nos tratem de um certo modo que nos garanta a não termos que encarar nossos próprios sofrimentos. 

Uma vez menos reativos, conseguimos mais facilmente relativizar: não pegar tudo ao pé da letra. Sob a raiva, encontra-se a tristeza. Ao expressarmos nossa vulnerabilidade ao invés de nossa irritação, damos ao outro um voto de confiança, recolocando-o numa posição de parceria e não de inimigo como outrora. 

Se por um lado, temos a necessidade de nos sentirmos garantidos em nossos relacionamentos, temos também a necessidade de nos soltarmos. O fato é que quanto mais estivermos conectados de forma segura, mais separados e diferentes poderemos ser. Mas se estivermos num relacionamento baseado em críticas, nossa tendência será a de retrair nossa espontaneidade para não corrermos o risco de agirmos de modo a sermos um novo alvo de desaprovação.  

Neste sentido, quanto mais empático e seguro for o relacionamento, mais autênticos nos tornamos, pois reconhecemos, no ato de nos entregarmos na relação, uma oportunidade de autodescoberta. 

17 de jul de 2012

Você se sente sufocado na relação?


Amor e apego exagerado andam quase sempre de mãos dadas. Isso porque, quando o assunto toca o coração, fica difícil ver com clareza ou manter o equilíbrio.

Razão dá lugar à emoção e, se você não está na mesma sintonia que o amado, pode carregá-lo a reboque, aprisionado. O contrário também acontece e você começa a achar que sem aquela metade, sua laranja nunca vai ter o mesmo gosto.
Mas tudo isso é negativo se o apego se transformar em prisão. Aí, é fato que tudo que você faz apenas enterra ainda mais a relação, perdendo referência de liberdade e individualidade. No meio desse caminho, a relação desbota. Perde a cor, o cheiro. O desejo vai embora e fica complicado resistir à anulação.

O psicólogo Paulo Tessarioli, especialista em sexualidade humana, afirma que dependendo da fase do relacionamento, o apego é esperado. "Mas quando amar demais é a expressão de um amor sem limites, em que o outro se torna uma espécie de obcessão, sem dúvida este sentimento pode assustar", afirma. Quando o apego não evolui naturalmente para carinho e cuidado - e continua obsessivo - é sinal de que há uma dependência, que precisa de ajuda profissional para ser superada.

Isso porque é importante preservar a própria individualidade, em qualquer tipo de relação, sendo condição essencial até para a saúde física e mental. Por meio da manutenção da individualidade, a relação passa a ser saudável para ambas as partes. 

"No início de qualquer relação afetiva, é comum o casal se afastar do convívio social e familiar, preferindo ficar juntos e a sós. Porém, aos poucos, é preciso resgatar este convívio, como forma de nutrir o próprio vínculo e manter vivos e saudáveis os protagonistas da relação", sugere o profissional. Segundo ele, ainda, o sentimento em excesso no início da relação pode gerar um efeito contrário com o passar do tempo e imprimir a sensação de sufocamento.

Ninguém precisa deixar de se dedicar com afinco no início de uma relação e continuar fazendo isso quando o tempo passa. Basta ter consciência da intensidade da coisa e de que o amor, por si só, não é suficiente para que a relação seja ‘eterna’. "Imagine que sua mãe guardou seu primeiro cobertor, que você usava quando ainda era bebê. Tente se cobrir nas noites frias com este cobertor. Qual será o resultado? Na vida amorosa é a mesma coisa. Temos que renovar sempre os votos e atitudes amorosas para com o outro e isto tem que ser feito sempre em revezamento". Tentar olhar de fora a própria relação também pode ajudar a calibrar o equilíbrio entre o amor que sente pelo outro e o que tem por você mesmo. 





5 de jul de 2012

Subterfúgios




Fugir da dor - parece que todo mundo quer isso. Uns enchem a cara, se afogam naquilo que apenas por alguns momentos apaga da memória as cenas de um coração partido. Outros fogem procurando esquecer a vida se entupindo de qualquer coisa que os façam dormir e ainda tem aqueles que fogem se escondendo em outro alguém. Pior ainda, tem gente que faz tudo isso junto. Mas não estou aqui para julgar, cada um cria seus subterfúgios e tenta sobreviver. Não é fácil lidar com a dor, tem que ser muito "gente grande" para se virar com ela, tem que saber que ela vai ficar um tempo, é uma visitante irritante que vem se hospedar dentro da gente e se não dermos atenção ela finge que foi embora, se faz de morta, mas a gente sabe que ela está por ali em algum cômodo, aborrecida e quieta, tramando sua vingança que a qualquer momento pode nos atacar de surpresa.

A dor é uma criança mimada, ela nos convida a chorar com ela, a ter crises neuróticas, a passar noites em claro curtindo uma fossa. Ela quer nos ver soluçando, afundando no infortúnio, sem querer sair de casa, sem vontade de comer, de ver gente, de viver, achando que é o fim! E o mais interessante é que se a gente se entrega a ela e como bons anfitriões nos colocamos ao seu dispor, ela satisfeita, pega suas malas e vai embora procurar um outro para doer.

A vida me ensinou o que é mais sábio. Não adianta tentar escapar... esquecer um amor com outro amor, não, não acredito porque você não consegue amar outra pessoa antes de esquecer a anterior. Não dá para ler um livro novo se a história do anterior ainda está me aguçando a mente, não vou ler direito, vou ficar pensando no que poderia ser, no que devia ter sido, vou ficar com vontade de rasgar o livro novo só de raiva por não ter um enredo que me faça esquecer do outro. Não, um amor novo, não cura um amor velho. Para nascer um novo amor o antigo precisa de morte declarada, ter velório, choro, vela e ser enterrado à sete palmos! Você ainda tem que passar um bom tempo se descabelando, sofrendo - Luto!

É muita sacanagem esperar que alguém seja responsável por curar uma dor que foi você mesmo que procurou. A outra pessoa não tem nada a ver com isso. Seu coração está em pedaços, sangrando e você quer que ela te anestesie e dê os pontos? Que falta total de vergonha na cara. Imagina essa pessoa que por te amar até se propõe a cuidar das suas feridas, cata seus pedaços, costura e ainda assim continua sangrando... Sabe porquê? Porque você não se curou, porque muitas vezes vai doer e a pessoa que tentou te curar vai sofrer porque ela vai se sentir como aquele livro novo que o enredo não encanta...

Quem cura o coração não é outro alguém, é você e o tempo! O mínimo que poderia fazer era aparecer para uma outra pessoa de coração inteiro, limpo e totalmente aberto,  mas para isso deixe de fugir da dor e fuja dos subterfúgios!

" Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida
está no amor que não damos, nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento,
perdemos também a felicidade."


Carlos Drumond de Andrade