15 de abr de 2013

Vambora acreditar no amor? - Tarô e as coisas do coração

Dúvidas em relação ao que seu par sente por você? Medos e inseguranças quanto ao futuro do relacionamento? Conflitos, desentendimentos, falta de comprometimento no amor? Rompimentos e decepções? Esperanças em reatar um relacionamento que chegou ao fim? - Todas estas questões o tarô pode esclarecer para você. Levando o entendimento, fazendo com que conheça melhor suas opções e suas reais possibilidades. As cartas de tarô podem auxiliar mostrando a você aquilo que seus olhos não conseguem enxergar e dando a você uma outra perspectiva em relação a sua vida amorosa.

Direcionamento é a palavra chave para uma consulta de tarô para a vida amorosa. Perceberá que muitas vezes são medos podem ser infundados, pois quando estamos envolvidos numa situação de estresse, facilmente temos a tendência de acreditar no pior e com isso deixamos de ver a verdade dos fatos. A consulta então, se torna de grande importância para que sua visão se abra e neste momento poderá então perceber que as coisas não são tão terríveis quanto você antes acreditava.

Penso que enquanto há amor entre as pessoas, sempre há chance de dar certo. O AMOR FOI FEITO PARA DAR CERTO! 

Os caminhos para uma vida repleta de amor, ternura e compreensão, estão sim, ao seu alcance, só que para isso é preciso entender que as soluções não irão cair do céu, é preciso compreender que para existirem mudanças é preciso um esforço individual, uma dedicação em fazer dar certo, que muitas vezes as pessoas não querem de dispor e nem se comprometer.  Não há transformação sem empenho.

Acreditar em contos de fadas e histórias que mostram as novelas é meio caminho para a desilusão, pois o amor verdadeiro é esse que a gente vive, olha nos olhos, pega na mão, sente o cheiro, beija xinga e morde e é nesse amor que precisamos colocar as energias, encher o peito, olhar a diante, segurar na mão do outro e dizer: Vambora!


Drika Gomes
Taróloga e Numeróloga
 




11 de abr de 2013

Entre a "dor" e o "nada", o que você prefere?

Não quero defender as relações falidas e que só fazem mal, nem estou sugerindo que as pessoas insistam em sentimentos que não são correspondidos, em relacionamentos que não são recíprocos, mas quero reafirmar a minha crença sobre o quanto considero válida a coragem de recomeçar, ainda que seja a mesma relação; a coragem de continuar acreditando, sobretudo porque a dor faz parte do amor, da vida, de qualquer processo de crescimento e evolução. 
Pelas queixas que tenho ouvido, pelas atitudes que tenho visto, pela quantidade de pessoas depressivas que perambulam ocas pelo mundo, parece que temos escolhido muito mais vezes o “nada” do que a “dor”.

Quando você se perguntar “do que adianta amar, tentar, entregar-se, dar o melhor de mim, se depois vem a dor da separação, do abandono, da ingratidão?”, pense nisso: então você prefere a segurança fria e vazia das relações rasas? Então você prefere a vida sem intensidade, os passos sem a busca, os dias sem um desejo de amor? Você prefere o nada, simplesmente para não doer? 
Não quero dizer que a dor seja fácil, mas pelo amor de Deus, que me venha a dor impagável do aprendizado que é viver. Que me venha a dor inevitável à qual as tentativas nos remetem. Que me venha logo, sempre e intensa, a dor do amor...

A persistência da carta do carro
Prefiro o escuro da noite a nunca ter me extasiado com o brilho da Lua...
Prefiro o frio da chuva a nunca ter sentido o cheiro de terra molhada...
Prefiro o recolhimento cinza e solitário do inverno a nunca ter me sentido inebriada pela magia acolhedora do outono, encantada pela alegria colorida da primavera e seduzida pelo calor provocante do verão...
E nesta exata medida, prefiro a tristeza da partida a nunca ter me esparramado num abraço...
Prefiro o amargo sabor do “não” a nunca ter tido coragem de sair da dúvida...
Prefiro o eco ensurdecedor da saudade a nunca ter provado o impacto de um beijo forte e apaixonado... daqueles que recolocam todos os nossos hormônios no lugar!
Prefiro a angústia do erro a nunca ter arriscado...
Prefiro a decepção da ingratidão a nunca ter aberto meu coração...
Prefiro o medo de não ter meu amor correspondido a nunca ter amado ensandecidamente.
Prefiro a certeza desesperadora da morte a nunca ter tido a audácia de viver com toda a minha alma, com todo o meu coração, com tudo o que me for possível...
Enfim, prefiro a dor, mil vezes a dor, do que o nada...

Não há – de fato – algo mais terrível e verdadeiramente doloroso do que a negação de todas as possibilidades que antecedem o “nada”.
E já que a dor é o preço que se paga pela chance espetacular de existir, desejo que você ouse, que você pare de se defender o tempo todo e ame, dê o seu melhor, faça tudo o que estiver ao seu alcance, e quando achar que não dá mais, que não pode mais, respire fundo e comece tudo outra vez...

Porque você pode desistir de um caminho que não seja bom, mas nunca de caminhar...
Pode desistir de uma maneira equivocada de agir, mas nunca de ser você mesmo...
Pode desistir de um jeito falido de se relacionar, mas nunca de abrir seu coração...
Portanto, que venha o silêncio visceral que deixa cicatrizes em meu peito depois das desilusões e dos desencontros... Mas que eu nunca, jamais deixe de acreditar que daqui a pouco, depois de refeita e ainda mais predisposta a acertar, vou viver de novo, vou doer de novo e sobretudo, vou amar mais uma vez... e não somente uma pessoa, mas tudo o que for digno de ser amado!

Por Rosana Braga 

Vale sempre a pena insistir enquanto se acredita, enquanto existe a esperança e ainda se consegue vislumbrar um horizonte onde as coisas podem ser melhores.

Drika Gomes
Taróloga e Numeróloga

8 de abr de 2013

Carta 5 de copas e auto-enganação

Eu já havia antes falado a respeito da carta 5 de copas, sobre a desilusão e hoje venho aqui falar sobre os relacionamentos que chegam ao fim, pois durante a consulta com meus clientes, tenho percebido o quanto o tema amoroso importa e tem seu peso e medida.

A gente sabe que tudo na vida passa por um ciclo, começo, meio e fim e o término é geralmente desgastante, entristecedor, porém, necessário!

Hoje eu quero falar principalmente a respeito de relacionamentos em que as pessoas abandonadas acreditam que foram pegas de surpresa, pois não esperavam de forma alguma que o(a) parceiro(a) fosse capaz de terminar a relação.  O que ocorre na verdade, na grande maioria dos casos, é que nada foi de surpresa, a pessoa já vinha dando sinais de que não estava feliz, já vinha demonstrando por meio de atitudes, gestos ou palavras sua insatisfação, para ela o aviso estava dado, já havia disparado o alarme e acreditava que o sinal vermelho estava piscando diante dos olhos do outro, só que o outro é que não queria enxergar, preferia fechar os olhos, pensar que aquilo era de brincadeira e assim se aliviava de qualquer esforço que precisasse fazer para mudar a situação - sim, tem gente que gosta de se fazer de cega. Contudo, esse comportamento, muita vezes é inconsciente, ou seja, a pessoa age por impulso e ñao se dá conta da realidade, porém, ainda de forma inconciente, os sentimentos como medo, aflição, dúvidas, desconfianças, ficam registrados e tendem a se manifestar durante os sonhos, é quando um ou outro começa a sonhar que seu(sua) parceiro(a) morre, vai embora,  abandona, trai  ou age de forma indiferente fazendo com que aquele sentimento que foi reprimido, venha à tona, tentando trazer à consciência a realidade que está agindo na vida daquela pessoa. Mesmo quando não queremos enxergar, o inconciente trabalha para que nos demos conta da verdade, mas então a pessoa acorda do sonho com aquela sensação triste, com maus pressentimentos e depois esquece de tudo, não dá importância... e quando a situação do fim se apresenta, a pessoa se assusta dizendo que foi de repente, porém se analisar bem fundo, lá no coração, vai se dar conta de que, de alguma forma, já sentia que aquilo podia acontecer.

Insisto em dizer que nada acontece no mundo ao acaso, todas as coisas precisam de um movimento para acontecer e esse movimento promove ações e reações, visíveis e perceptíveis.

Quando mantemos nossas mentes abertas e conseguimos nos envolver com alguém de forma clara, transparente, ouvindo e falando a respeito dos sentimentos, quando esse espaço existe, as chances de sentir-se pego de surpresa, são bem menores. Não adianta fugir das situações de enfrentamento, não resolve esconder os problemas por trás de uma cortina cor-de-rosa, uma hora ou outra, a quinquilaria acumulada vai desabar e então dizer que nem imaginava que aquilo tudo estava ali seria mais uma desculpa do que uma justificativa, pois quem guardou e escondeu tantas evidências foi apenas você.

É preciso não fugir da responsabilidade e assumir que muitas vezes não se importou com as queixas, que fez vistas grossas por conveniência de não querer mudar, que preferiu acreditar que as sensaçoes que tinha eram besteiras, melhor ser verdadeiro e honesto consigo mesmo do que continuar acreditando que você não entendeu os sinais.



Drika Gomes
Taróloga e Numeróloga

Quem é Deus, nas cartas de tarô?

Será que o universo conspira mesmo à nosso favor? Será que realmente existe uma força cósmica capaz de realizar nossos desejos? Magia? Energia divina? Deus?

Tem muita gente que acredita em pré destino, que nascemos já com uma rota traçada da qual não podemos e nem devemos mudar a direção. Eu creio que o nosso destino somos nós quem fazemos, somos nós que o traçamos e que chegamos aqui com a única e simples missão de sermos felizes, mas a felicidade é muito específica e diferente para cada um de nós, ninguém pode chegar em sua frente e te apontar o que você deve fazer para ser feliz, essa é uma escolha individual e muito particular, apenas você mesmo é capaz de saber o que te traz alegria, bem estar e realização.

Existem muitas frases feitas e ditos populares no que se refere a Deus: Deus é bom, Deus é pai, Deus é fiel, mas eu sempre achei que a mais verdadeira é : Deus é justo! Porque para ser justo não cabe uma visão do bem e do mal, mas a do ponto de equilíbrio, assim como mostra a carta da justiça:

As duas colunas da justiça que reprentam o poder e a sabedoria, a balança simbolizando o equilíbrio das forças, o piso quadriculado; a representação do quadrado ( limites, normas, ordem), as cores preto e branco que simbolizam o bem e o mal, o certo e o errado, a dúvida e a certeza, a justiça acima de tudo - séria, fria e imparcial.

Esta para mim é a imagem que mais se aproxima da figura de Deus, da energia cósmica ou de qualquer outro nome que se possa dar a essa energia superior e divina em que acreditamos.

Não acredito que exista um senhor bonzinho, barbudo, sentado num trono nas nuvens, que ouça nossas súplicas e por ser tocado profundamente no coração, com nossas lágrimas, preces implorativas e lamentações, resolva nos dar uma benção tirada de seu bolso e nos dê de presente. Não, isso se parece mais com papai Noel!

Não consigo imaginar Deus como uma pessoa, mas creio no que aprendemos lá nas aulas de catequese que somos a imagem e semelhança de Deus. Nós somos formados por átomos, somos energia! Vejo Deus como uma energia inteligente que atua de forma justa no universo como um todo, desde a ordem das galáxias, dos planetas, das leis que regem a natureza, o clima e os eventos na Terra, até no nosso corpo, órgãos e células, portanto não vejo Deus como um ser que sorri e fica triste, o vejo como um maestro, concentrado em seus instrumentistas para que a sinfonia toque de forma perfeita. Como um bom maestro, Deus agirá de forma coerente e justa se perceber que um de seus intrumentistas está desafinando, ele ñao será piedoso dizendo: Tudo bem, fliho, eu entendo seus problemas, vou permitir que toque na minha orquestra mesmo assim porque sei que está cansado de tanto trabalhar, que tem dívidas e está doente. Como um ser justo, que visa o equilíbrio, o vejo dizendo: Se retire, está desafinado e não pode fazer parte da orquestra porque está fora da harmonia. E Ele, não irá depois passar a mão na cabeça deste que desafinou e nem vai propor dar a ele mais aulas para que ele melhore. Deus irá deixar que essa pessoa resolva o que fazer por ela mesma: O LIVRE ARBÍTRIO. Se o músico perceber que precisa melhorar e buscar por isso, se se esforçar trabalhando e se dedicando mais, entrará novamente na energia do equilíbrio da orquestra e naturalmente terá sua posição de volta, mas se acaso o músico ficar desestimulado, desanimado, passando a não acreditar mais em suas forças, permanecerá mais e mais fora da harmonia e Deus não irá pegá-lo no colo, irá deixar que ele siga aquilo em que acredita, pois o universo conspira a favor daquilo em que você acredita!

Penso que não é certo esperar pela ajuda de Deus, mas em primeiro lugar nos esforçarmos para entrar em equilíbrio com o universo, uma vez que estejamos equilibrados com a natureza, com o meio em que vivemos, com as pessoas, é como nos aproximamos da energia divina. 



Drika Gomes
Taróloga e Numeróloga








3 de abr de 2013

Érica de Salve Jorge - Mulher estepe! Por que me arrasto aos seus pés?



Quem assite a novela sabe que o bonitão aí da foto ama mesmo outra mulher e mesmo assim a pobre apaixonada da Érica aceitou seu pedido de casamento, aceitou voltar para ele e quis dar uma nova chance.

O cara já a fez sofrer horrores, já a deixou, pegou de volta e depois abandonou denovo e ela sempre acreditando que em cada volta pode dar certo,  aceitando dele aquele "amor de ping-pong" que ela sabe que é pouco, mas mesmo assim quer porque já é melhor do que nada.

Essa atitude da personagem da novela se repete muito na vida real, tenho acompanhado isso muito de perto em muitas clientes que me procuram querendo saber se seus amores vão mudar ao darem a eles uma nova chance, querendo saber se a amam de verdade e noto em 100% delas o altíssimo grau de insegurança, de baixa autoestima e de carência. Se submetem a ter por perto uma pessoa que não as oferece o mínimo de valor que elas merecem, aceitando migalhas de afeto e atenção.

Mulher estepe é essa que serve para substituir um outro corpo, um outro amor, outra pessoa... O cara pensa: Não posso ter quem eu quero então fico com essa mesmo... essa me ama mais do que tudo, faz tudo por mim, me ouve, me entende e sempre me aceita de volta... ela é boazinha.

Você quer ser a boazinha? Fala sério... ficar com essa cara de mocoronga, se virando do avesso por alguém que te considera estepe?! E digo mais, o cara nem é o culpado da história porque ele apenas está tomando o que você oferece. A culpada é você que se arrasta, que se abaixa assim ao ponto dele sentir até pena. Cadê a dignidade??

Precisa parar com esse pensamento medíocre de que ruim com ele, pior sem ele. Ruim é estar com alguém apenas por medo da solidão, pior é não se dar a chance de viver um amor que te faça feliz.

Não se permita ser como uma Érica da vida real, acredite em seu valor, que merece ser amada e respeitada e se esse sujeito que você diz que ama não te valoriza, tome coragem e desista dele, abandone junto com ele tudo que te faz mal, todas as lágrimas e expectativas frustradas, todas as faltas de carinho, ausências de compromisso, toda a falta de respeito e desgostos, jogue tudo num pacote e largue esse lixo todo para trás! Sempre é tempo de recomeçar.



Drika Gomes
Taróloga e numeróloga




1 de abr de 2013

Relacionamentos desgastantes - tem conserto?

Cada ser humano é único, formado com sua visão de vida, seus conceitos, suas idéias, sua moral... Uma vida a dois requer uma dose muito grande de paciência e outra maior ainda de compreensão, mas a verdade é que não é nada fácil manter o controle e ter a disposição para fazer as coisas funcionarem mais tranquilamente.

Quando as queixas se tornam constantes, as cobranças ficam cada vez mais intensas e as ofensas começam a fazer parte do cotidiano do relacionamento, então é momento de alerta, existe um sinal vermelho imenso piscando, mostrando que o convívio está em zona de perigo.

É importante se questionar sobre o que mudou, porque tudo ficou diferente? Onde está agora aquela sensação de bem estar, de ser amado(a) de antes? O que houve com o diálogo? Aqueles momentos de risos e descontração? Para onde foram as brincadeiras e o bom humor?

Os relacionamentos se desgatam quando o casal começa colocar prioridades em coisas que estão fora deles, como o trabalho, os filhos, as contas para pagar, pois no tempo de namoro nenhuma dessas preocupações existiam e por isso tudo era mais fácil, mas a questão é que dificuldades existem, problemas sempre irão aparecer - faz parte da vida! O segredo é aprender a lidar com os problemas e todas as adversidades sem fazer com que isso agrida um ao outro e consequentemente o relacionamento.

Quando os desentendimentos surgem o casal tende a se afastar, a intimidade vai se tornando cada vez mais distante, as mágoas e sentimentos de raiva surgem, sufocando o amor, o romance e o carinho que antes existiam ali com tanta força.

Um relacionamento assim se torna desgastante demais, ao ponto de um ou outro não suportarem mais o convívio, o homem começa a chegar em casa sempre mais tarde, finais de semana inventa todo o tipo de compromisso só para não ter que aguentar mais brigas e reclamações, a mulher se torna amarga, revoltada e sem esperanças.

Tem conserto?

Eu sempre penso que tem solução, nem sempre conserto. Existem casos em que o casal com ajuda de um profissional consegue se dar conta de suas atitudes e daquilo que precisa mudar e resgatar, em outros casos em que sabemos que um dos dois é resistente demais à mudanças, não tem jeito, a solução muitas vezes é a separação.

Moro ao lado de um casal de vizinhos que brigam noite e dia, brigas homéricas, com xingos, ofensas, gritaria. Muitas vezes fico horrorizada com tamanho descontrole principalmente da parte da mulher, ela grita tanto  e penso que ela acredita que os gritos dela são capazes de sacudir o marido, quando não são, nunca serão, tudo que ela consegue com essa atitude é fazê-lo se afastar ainda mais, só que ela nao enxerga isso, não entende porque ela não se observa.

Realmente é insuportável viver dentro de um relacionamento desgastante, sufocante, onde só existem cobranças, ofensas e gritos. É o meio de um chamar a atenção do outro, só que isso não funciona. Quando gritamos não estamos dando oportunidade ao outro para se manifestar e conversar, muito pelo contrário, o grito impõe e agride. Não tem como haver entendimento sem diálogo e dialogar é falar e permitir que o outro se expresse, sem cortes. É preciso ouvir todas as queixas para então saber onde existem os pontos que precisam de transformações.

Relacionamentos desgastantes podem ser bem administrados, desde que haja em pelo menos um dos dois um pouco de discernimento para buscar o entendimento do que ambos sentem e desde que haja uma verdadeira intenção de mudanças, nele ser mais romântico, demonstrar mais carinho para ela, de ser mais afetuoso, menos agressivo, dela de ser menos mandona e controladora, de ser mais carinhosa com ele, de se mostrar preocupada com o que ele pensa.

Uma forma excelente para entender melhor seu (sua) parceiro(a) e toda a situação que os cerca é fazendo uma consulta de tarô terapêutico para a vida amorosa, por meio desta consulta esclareço os pontos onde existem conflitos, conseguirá entender o motivo dos desentendimentos, perceberá de que forma é melhor agir e quais as possibilidades de darem certo e se resolverem. Durante a consulta trabalho com a numerologia fazendo a sinastria amorosa, mostrando então suas afinidades; quais são e como melhorá-las, suas diferenças; quais são e como suavizá-las.

Drika Gomes
Taróloga e numeróloga