16 de jul de 2013

Superando amores que chegaram ao fim

Acredito que na vida tudo passa por um ciclo natural; o nascer, o crescer, o florescer, o murchar e o morrer. Com os relacionamentos o mesmo acontece, a gente passa a vida buscando um grande amor e até que ele chegue passamos por vários relacionamentos que tem seu início, meio e fim, uns finais podem ser mais suaves, outros mais turbulentos, mas de qualquer forma o final surge dando a você um cheque-mate, mostrando a você que é hora de encarar a situação e seguir adiante.

Claro que a gente sempre espera que um término seja tranquilo e melhor ainda se for sem dor, mas penso que apenas não existirá dor se não houver mais sentimento algum, coisa muito difícil porque sempre um sentimento resta, mesmo que não seja mais o amor, porém em seu lugar ficam as mágoas, raiva, decepções... Não tem jeito, alguma dor vai aparecer, talvez mais da parte de um do que do outro, mas é certo que ambos sofrem. Já que a dor vai existir de qualquer forma, então a única opção que resta é lidar com ela e neste quesito cada um tem seu modo, sua intensidade e seu tempo. Uns nutrem a dor e se alimentam dela, carregam por um longo tempo as mágoas, remoem acontecimentos passados, guardam fotos, relembram e não se desapegam facilmente, outros sofrem de uma vez só tudo que tiverem que sofrer, choram o que tiverem que chorar, passam por um breve período de luto, mas um luto intenso onde promovem uma limpeza e tanto na alma e depois disso, respiram fundo, olham para frente e pensam " Vambora! Tô pronta(o) pra vida!" Confesso que me enquadro neste segundo tipo e adoro ser assim porque não perco tempo sofrendo a toa, jogo o passado para trás, me liberto das bagagens e sigo adiante...

Volto aqui a ressaltar a mensagem da carta da morte no tarô, quando ela chega numa consulta sobre a vida afetiva, vem trazendo a consciência do final de ciclo, é preciso deixar terminar, é preciso deixar morrer, pois faz parte do ciclo natural de todas as coisas. A grande lição é encarar um fim como uma nova chance de recomeçar, não no mesmo relacionamento, mas recomeçar algo novo, com novas energias, com outras cores e nova luz!

Quase sempre os finais de relacionamentos são desgastantes e tristes,  na maioria das vezes já houveram diversas tentativas de consertos, juntando-se os cacos da relação que tantas vezes se partiu, muito esforço já foi colocado e então chega aquele momento em que se sente que não dá mais, nada mais cola, cada pedaço que tentou colar já não gruda mais e cai constantemente. Quando esse momento aparece é obvio que chegou o fim e para quê ficar juntando os pedacinhos de um amor que se acabou? Nada vai colar.

Pessoal, a vida é supreendente! Insisto sempre em dizer para se desapegarem do velho, de tudo que já passou porque tem tanta vida te esperando lá na frente... Tem tanta coisa boa que está esperando por você e apenas não acontece porque você se deixou aprisionar com esse peso todo do passado que não quer largar. Largue! Solte! Fique leve e siga em frente! Você vai ver que é possível alcançar a felicidade.



Amar, porque nada melhor para a saúde que um amor correspondido.
"Vinícius de Moraes"




Drika Gomes
Taróloga e numeróloga 

1 de jul de 2013

Vivendo e aprendendo a jogar - A carta roda da fortuna

A vida é realmente um grande jogo, onde fazemos constantemente nossas apostas que correspondem às nossas expectativas e a cada aposta nos colocamos abertos a um mar de novas emoções, seja ganhando ou perdendo, mas principalmente vivenciando a ansiedade que antecede o resultado: Será que vou ganhar? Será que vou perder? E se eu ganhar o que eu vou fazer? E se eu perder como vai ser? E nessa erupção de sentimentos experimentamos o medo, a alegria, a tristeza, a ansiedade, enfim, tudo aquilo que nos torna vivos. Precisamos das emoções para sentirmos o sangue quente correndo nas veias, o coração acelerado, ou seja, a vida se fazendo viva dentro de nós.

Quem deixa de apostar, deixa de viver, mas é importante encontrar nesse jogo o nosso conhecido amigo, o equilíbrio, pois sem ele, podemos nos tornar apostadores compulsivos no jogo da vida. Apostar suas fichas insistentemente em situações contrárias, ou seja, naquilo que você já tentou uma, duas, três vezes e obteve sempre o mesmo resultado, é sinal de desequilíbrio. Não é uma persistência inteligente, é perda de tempo, perda de energia e uma ausência muito grande de percepção de possibilidades, para quê insistir em algo que já deu errado tantas vezes se posso escolher outras alternativas para fazer minhas apostas? E de repente, mudando de escolhas, você tem sorte e acerta uma jogada e tanto! Mas é preciso ter cuidado, uma vez que ganhe, se esforce em dedicar sua energia a esse prêmio, valorizando-o, dando a ele a importância devida, fazendo-o crescer, pois existem muitos que após ganhar, não se dão conta do que possuem, e por vício, continuam apostando em outros números correndo o risco de perder tudo e geralmente perdem.

A verdade é que a vida gira nessa imensa roda onde as inconstâncias são permanentes e o que um dia foi, hoje não é mais e com certeza lá na frente será bem diferente do que é agora.

Apostar no jogo da vida é saudável e nos traz esperanças, mas é fundamental estar muito bem acompanhada(o) da sabedoria, pois neste jogo tudo pode acontecer, num momento estamos ganhando e no outro perdendo, num momento podemos estar acreditando que chegamos ao fundo do poço e de repente, com uma atitude simples, com um novo desejo de arriscar, tudo pode se transformar. Um dia estamos no topo, nos sentindo no auge e um belo dia nos vemos descendo e depois subindo e depois descendo... A vida é realmente uma roda da fortuna, com seus altos e baixos, onde vivemos as mais diversas situações e emoções e neste jogo nem todos saem ganhando, mas existe para todos nós a chance de dar a volta por cima a qualquer momento, tudo depende do quanto queremos tentar. Você está disposta(o) a arriscar?






Drika Gomes
Taróloga e numeróloga



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